Quanto custa um Inventário Extrajudicial no Rio de Janeiro?

A cobrança do INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL está sujeita, assim como todos os Atos Notariais e Registrais, à estrita observação dos critérios ditados pela CGJ local, anualmente atualizados. Como já falamos aqui, a cobrança da Escritura de Inventário, no Rio de Janeiro, leva em consideração a natureza dos bens (se móveis ou imóveis) e está sujeita a um teto, anualmente atualizado (que em 2020 está fixado em R$ 6.979,03, já incluídos os correspondentes acréscimos legais e tributos, como muito bem expresso pela CGJ/RJ).

É importante salientar que a cobrança é por sucessão - ou seja - por transmissão, podendo uma única Escritura Pública de Inventário contemplar a resolver diversas sucessões. Ainda com relação à cobrança, é preciso ter em mente que no procedimento em si (tanto o Judicial quanto o Extrajudicial) outros custos podem ser previstos, tais como:

a) Certidões relativas ao procedimento;
b) Honorários Advocatícios;
c) Imposto de Transmissão Causa Mortis;
d) Registro da Escritura para a realização/materialização do direito partilhado;

Não se desconhece, inclusive, que a depender das particularidades de cada caso de sucessão possam existir outros custos a serem enfrentados pelos interessados, tais como dívidas deixadas pelo morto, de modo a preservar os bens para a futura divisão.

Por fim, ainda que não tão explanado, é preciso anotar que a GRATUIDADE em sede extrajudicial é perfeitamente possível, devendo, no caso do Rio de Janeiro, ser observados os critérios do Ato Normativo Conjunto TJ/CGJ 27/2013.